Jornal Correio Fraterno - 530
Edição nº 530• Julho-Agosto 2026
Há mais de 30 anos atuando nas frentes de assistência em ruas e em presídios de São Paulo, Sérgio Tadeu Diniz fala sobre os desafios, as dores e as alegrias dessas delicadas relações, num exercício da caridade e da cidadania.
Em 14 de julho de 1972, o escritor e jornalista Jorge Rizzini encontrava-se na casa do amigo Herculano Pires, em São Paulo, quando resolveu gravar uma conversa para ser divulgada no futuro.
Autora do livro Espiritismo judaico, Andréa Kogan fala sobre sua pesquisa em que investigou judeus, em São Paulo, que entrelaçam as raízes ancestrais do judaísmo com os princípios de Allan Kardec e adotam práticas espíritas.
O pesquisador Brasil Fernandes fala sobre o material raro de acervo encontrado, que pertencia a Chico Xavier e que ajuda a entender todo o processo de preparação dos livros antes de serem publicados
Autor do livro Jesus segundo o espiritismo, o pesquisador dos textos bíblicos, Daniel Salomão, fala ao Correio sobre como abordou esse tema em sua obra, apresentando a essência da mensagem cristã, comentada e interpretada por Allan Kardec.
Baseada em documentos, como as cartas trocadas entre Allan Kardec e sua esposa, a pesquisadora Luciana Farias conta os bastidores de como foi a elaboração da obra O evangelho segundo o espiritismo.
Professor de língua portuguesa e palestrante com destacada liderança entre jovens espíritas, Victor Hugo Guimarães fala ao Correio sobre o que está em jogo na questão do entendimento e da interiorização do conteúdo espírita pelas novas gerações.
O psiquiatra Bruno Trevisan fala ao Correio sobre os transtornos cognitivos e comportamentais que vêm exigindo acompanhamentos não só dos profissionais da saúde, mas de toda a sociedade.
O psiquiatra Alexander Moreira-Almeida fala sobre a pesquisa recente que aponta para possível relação entre a genética e a mediunidade.
Criado em janeiro de 2024, o Grupo de Estudos Espíritas Entre Amigos vem realizando encontros virtuais semanais para estudar a doutrina espírita por meio de obras autorais, tendo sempre como ponto focal o comparativo com os fundamentos estabelecidos por Allan Kardec e análise de pontos de divergência.
Chico abria o capítulo relatando o contexto, uma dúvida de visitantes, uma carta recebida ou o ambiente do encontro que motivava a reunião de psicografia.
A existência desta sonata evidencia que a arte, longe de ser um produto efêmero do cérebro, é uma conquista eterna do espírito, capaz de vibrar mesmo quando os instrumentos de carne já silenciaram.
Ao planejar a criação da Revista Espírita, essencial para o desenvolvimento do espiritismo, Allan Kardec consultou seus orientadores espirituais sobre a viabilidade do plano, cujos sábios conselhos e proteção foram cruciais para superar as dificuldades que surgiram por mais de uma década.
Embora hoje sejam frequentemente lembrados por sua arquitetura minimalista e vida comunitária, os shakers foram os verdadeiros arquitetos do ambiente espiritual que permitiu a explosão de fenômenos mediúnicos no século 19.
A Revista Espírita, publicada mensalmente por Allan Kardec entre 1858 e 1869, é muito mais do que um simples periódico histórico; é o ‘terreno de ensaio’ onde o corpo doutrinário do espiritismo foi meticulosamente construído.
As representações fotográficas de Allan Kardec são notavelmente limitadas.
Que possamos seguir o exemplo de Kardec, dialogar mais com Deus e seguir as orientações dos bons espíritos!
Curiosamente, a permissão oficial para o funcionamento da livraria foi concedida pelas autoridades francesas apenas dois dias após a partida de Kardec.
A “boa amiga” esteve envolvida com assuntos ligados ao espiritismo até desencarnar, ocupando posição de destaque no movimento espírita francês. Documentos atestam sua lucidez e o equilíbrio de sua razão no final de sua vida corporal.
Antes mesmo de surgirem os primeiros agrupamentos espíritas no Brasil a partir de setembro de 1865, brasileiros já haviam tido contato com o espiritismo.
Desnecessário elencar o fantástico legado de Allan Kardec. Trabalhando incansavelmente, muitas vezes à luz de velas e fazendo uso de aparos metálicos e tinteiros, ele efetuou pesquisas que resultaram em milhares de páginas que estão reunidas nas obras fundamentais do espiritismo.
Um ano depois da restrição dos celulares nas escolas, pesquisa aponta que houve redução de conflitos e casos de cyberbullying onde a implementação da lei foi consolidada.
O projeto mobilizou também familiares, profissionais da escola e moradores da comunidade, que arrecadaram as tampinhas e ajudaram a construir a obra ao longo de vários meses.
Com a população vivendo mais – e trabalhando por mais tempo –, a qualidade de vida se tornou prioridade para envelhecer bem já nas decisões de carreira dos mais jovens.
O Correio Fraterno entrevistou Ana Beatriz Duran e Nathan Tonini, jovens do time que desenvolve este projeto inovador, trocando a posição de meros espectadores para se tornarem pontes de transmissão desse conhecimento para o público infantojuvenil nos centros espíritas, mantendo viva a essência do espiritismo.