Confira o aconteceu comigo
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entrevista
Em 14 de julho de 1972, o escritor e jornalista Jorge Rizzini encontrava-se na casa do amigo Herculano Pires, em São Paulo, quando resolveu gravar uma conversa para ser divulgada no futuro.
Autora do livro Espiritismo judaico, Andréa Kogan fala sobre sua pesquisa em que investigou judeus, em São Paulo, que entrelaçam as raízes ancestrais do judaísmo com os princípios de Allan Kardec e adotam práticas espíritas.
O pesquisador Brasil Fernandes fala sobre o material raro de acervo encontrado, que pertencia a Chico Xavier e que ajuda a entender todo o processo de preparação dos livros antes de serem publicados
ESPECIAIS
Em um mundo cada vez mais acelerado, conectado e ao mesmo tempo profundamente carente de sentido, uma pergunta tem ecoado em muitas casas espíritas: como incluir de forma real e significativa os jovens nas atividades?
O autor de livro que deu origem ao filme Predestinado: Arigó e o espírito do dr. Fritz é tema do longa-metragem que acaba de ser lançado. O filme resgata a história do destemido jornalista paulistano que, a partir de 1950, tornou-se uma das vozes mais contundentes na defesa e na propagação da doutrina espírita no Brasil.
O que motiva alguém a adentrar uma casa espírita pela primeira vez? Diferentemente do início do século 20, quem procura o centro espírita hoje não quer apenas comprovar a imortalidade da alma, quer uma razão para continuar vivendo e enfrentar os problemas do dia seguinte.
O 19º Congresso Estadual de Espiritismo da USE, que acontece entre 19 e 21 de junho em São Paulo – com o tema “O centro espírita no novo tempo” –, abre este ano a possibilidade para o congressista participar com conteúdo de estudos ou pesquisas, através do 1º Encontro de Ciência e Pesquisa Espírita da USE.
ACONTECEU COMIGO
A posse do escritor e poeta João Guimarães Rosa na Academia Brasileira de Letras, ABL, em 16 de novembro de 1967, viu-se envolvida por um grande mistério.
Assim foi a vida de Maria Virgínia Ferraz Pires, uma palestrante sobre a doutrina de Allan Kardec desde os 16 anos. Conheceu J. Herculano Pires aos 18 anos em um evento em Ipaussu, no interior de São Paulo, sua cidade natal, e viriam a se casar dois anos depois, em 1938.
A primeira vez que Yvonne Pereira levou suas obras a serem avaliadas para publicação na Federação Espírita Brasileira, a médium não obteve sucesso. Era o ano de 1944. Tratava-se dos romances Amor e ódio (espírito Charles) e o reconhecido Memórias de um suicida (Camilo Castelo Branco).
Eu não conhecia o CVV, mas ali estava bem explicadinho: tratava-se de acolhimento a pessoas em sofrimento através de conversa por telefone.
Curiosidades
Ao planejar a criação da Revista Espírita, essencial para o desenvolvimento do espiritismo, Allan Kardec consultou seus orientadores espirituais sobre a viabilidade do plano, cujos sábios conselhos e proteção foram cruciais para superar as dificuldades que surgiram por mais de uma década.
Embora hoje sejam frequentemente lembrados por sua arquitetura minimalista e vida comunitária, os shakers foram os verdadeiros arquitetos do ambiente espiritual que permitiu a explosão de fenômenos mediúnicos no século 19.
A Revista Espírita, publicada mensalmente por Allan Kardec entre 1858 e 1869, é muito mais do que um simples periódico histórico; é o ‘terreno de ensaio’ onde o corpo doutrinário do espiritismo foi meticulosamente construído.
Reflexões
Um raciocínio simplista seria suficiente para nos dar uma ideia geral do problema: se o mundo espiritual nos desse, através dos médiuns, todo o conhecimento de que necessitamos, se as verdades viessem ‘prontas e acabadas’, naturalmente não haveria esforço nem mérito próprio.
Em O livro dos espíritos, encontramos esclarecimentos profundos sobre essa realidade. Na questão 742, os espíritos ensinam que a guerra é consequência da predominância da natureza animal sobre a natureza espiritual no ser humano.
LIVROS
Muito amor, culpas e vinganças permeiam esta incrível narrativa, que despertará o interesse do leitor do começo ao fim, ao retratar importantes dramas particulares que se entrelaçam perigosamente.
Filha de família tradicional espanhola, desde criança Ana foi incentivada a aprender a dançar. O que seus pais não imaginavam é que a paixão pela dança, latente em seu espírito, aguardava apenas o momento de eclodir.
A narrativa de JULIANA FEREZIN HECK mostra a luta de um jovem casal que viu seus sonhos serem desfeitos, depois de perder a sua primogênita aos 51 dias de vida. Dois anos se passaram e a chegada de Alice trouxe de novo vida e cor para a família, devolvendo a esperança, a alegria, a fé.
Há mais de 30 anos atuando nas frentes de assistência em ruas e em presídios de São Paulo, Sérgio Tadeu Diniz fala sobre os desafios, as dores e as alegrias dessas delicadas relações, num exercício da caridade e da cidadania.